31 de jan. de 2010

Para refletir acerca de um modelo brasileiro de Estatísticas Criminais...


Para refletir acerca de um modelo brasileiro de Estatísticas Criminais Nacionais para Formulação de Políticas Públicas Válidas e Confiáveis por Longos Períodos de Tempo

por George Felipe de Lima Dantas
31 de janeiro de 2010, retomando 17 de setembro de 2009

Conforme habitualmente acontece nos Estados Unidos da América (EUA) a cada ano, o Federal Bureau of Investigation (FBI) divulgou no dia 14 de setembro de 2009 seu relatório anual ‘Crime nos Estados Unidos’. Tal documento provê informações referentes ao resultado das análises de dados de ocorrências policiais coligidos em 2008, com origem em aproximadamente 17.800 instituições policiais daquele país (federais, estaduais, de condado, municipais e tribais). O bureau investigativo federal norte-americano abre sua nota de imprensa correspondente com a manchete, ‘Índices de Criminalidade Mais baixos em 2008’ – ‘O declínio do crime mesmo em tempos econômicos difíceis’. O relatório, como de praxe, fornece comparações das estatísticas de cada ano (como as de 2008) com as do ano imediatamente anterior (2007) e séries históricas recentes (quinquênios) com as de iguais períodos passados.

O índice de maior decréscimo no período considerado foi o de furtos de veículos -- -12,7%, seguido de índices decrescentes de menores dimensões, caso dos homicídios (-3,9%), incêndios (-2,6) roubos (-1,6%) e furtos (0,3%). O acréscimo apontado no mesmo relatório refere-se a arrombamentos, com um acréscimo de 2,0%.

O documento síntese publicado pelo FBI parece contrapor o que é bastante difundido no Brasil atual acerca da existência de uma necessária relação, ‘certa e inescapável’, entre o crime e a violência, com gênese primordial de cunho econômico-social, conforme amplamente aventado na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública – 2009 – promovida pelo Ministério da Justiça e sua Secretaria Nacional de Segurança Pública. É clássica a referência internacional a outras variáveis causais do crime e da violência, que não as de cunho ecnômico-social, tendo a Índia como paradigma disso. Fosse a pobreza e/ou exclusão social uma variável suficiente para a criminalidade, a Índia seria o paradigma internacional do comportamento desviante de natureza criminal. E não é.

O FBI, em sua síntese, refere textualmente que, “Desemprego, juros, estresse – estão todos em crescimento, na medida em que a economia dos EUA é atingida adversamente por uma guinada negativa”. E segue, “O que não está em crescimento, entretanto, é o crime, de acordo com as estatísticas compiladas pelo FBI e que mostram um declínio geral, ao longo da nação, de crimes violentos contra a pessoa e delitos contra o patrimônio”.

Uma conclusão importante do estudo, talvez indicadora de uma tendência também global e brasileira por extensão, é a de que das 14.180 vítimas de homicídio, 2.428 (17,1%) pertenciam ao grupo etário de 20 a 24 anos. Também significativa é a conclusão de que das 14.005.615 prisões efetuadas (três de cada quatro delas de indivíduos do sexo masculino), 1.702.537 (12,1%) aconteceram por conta de delitos relacionados com drogas ilícitas, razão atual do maior número de prisões naquele país. Ao contrário do que usualmente é referido no Brasil, os percentuais de esclarecimento de homicídios norte-americanos, misticamente citados como dos melhores no mundo, apontaram uma cifra de 63,6% em 2008.

Em uma associação simplista, fruto de um ‘primeiro olhar’, parece ficar sugerido existir alguma relação significativa, multicausal, envolvendo como variável tipológica penal os homicídios, tendo como motivação o trafico e consumo de drogas ilícitas e como atores indivíduos jovens do sexo masculino.

O sistema Uniform Crime Report (UCR), do qual derivam os dados que informam os estudos e conclusões do relatório anual 2009 -- ‘Crime na América’, referente aos dados de 2008, foi instituído nos EUA pelo seu Poder Legislativo ainda na década de 1920. É marcante o fato de que o UCR seja administrado desde então pelo FBI, com forte participação da International Association of Chiefs of Police (IACP), organização-não-governamental técnica da área de gestão policial. Isso talvez explique a consistência com que vem sendo aplicada a metodologia de Análise Criminal nos estudos e conclusões respectivas (por cerca de oito décadas), ao que parece, de maneira não-enviesada em relação às alternâncias ideológicas de governo próprias de uma nação democrática.

Cleiton Batista Neiva, Luiz Carlos da Costa e Sergio Vieira de Mello








por George Felipe de Lima Dantas
em 31 de janeiro de 2010

A tragédia do terremoto no Haiti em janeiro de 2010 ceifou várias vidas de servidores civis internacionais e membros civis e militares da Missão da ONU para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), incluindo vidas de vários brasileiros, hoje mártires da causa internacional. Entre eles estão Luiz Carlos da Costa e Cleiton Batista Neiva.

Luiz Carlos desempenhava uma honrosa função de representação do Secretário-Geral da ONU para o Haiti, acumulando a posição de "segundo em comando" da MINUSTAH. Cleiton está citado pela ONU na postagem "Confirmed fatalities among all UN staff (comprehensive list)" [fatalidades Confirmadas entre todos os servidores das Nações Unidas (lista detalhada)] como "Associate Security Officer" [Oficial Assistente de Segurança] da MINUSTAH. Antes disso ele fez parte da MINUSTAH como UNPol do Brasil com origem na Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Cleiton, no momento em que pereceu, permanecia nos quadros da PMDF em licença temporária, já que não foi reconduzido ao cargo de UNPol de país membro, mas sim de "staff" com relação direta com a MINUSTAH

Luiz Carlos e Cleiton possuem paralelos de trajetória pessoal que vão além do fato de serem mártires pela mesma causa comum internacional, ainda que em diferentes funções na ONU e no Haiti. Ambos são exemplos de jovens brasileiros vocacionados para o serviço internacional. O que logicamente os separa, função das próprias idades, é o momento em que engajam no serviço internacional, Luiz Carlos no final da década de 1960 e Cleiton no início dos anos 2000. São os mesmos cerca de 30 anos de diferença em idade cronológica.

Cleiton e Luiz Carlos, como outros brasileiros, viram no serviço internacional uma causa por abraçar, aceitando o desafio de conquistar posições "de baixo para cima" e até mesmo sofrer retrocessos e revezes pessoais em prol do enfretamento corajoso desse desafio benfazejo. Por razões que não cabe aqui aventar, abraçar a causa do serviço internacional para brasileiros é algo especialmente difícil, já que diferente de outros países parece existir uma "invisibilidade" acerca dos valorosos brasileiros que passam a fazer parte, de maneira permanente ou temporária, dos quadros de organizações internacionais como a ONU.

Ainda que a Carta da ONU estabeleça critérios de proporcionalidade de seus quadros de servidores em relação aos países de origem deles (e hoje também em termos de gênero/sexo), parece que o Brasil sofre uma desproporção qualitativa em relação a tal critério. Ou seja, talvez o país pudesse ter um maior número de dirigentes de maior escalão nas organizações internacionais, ainda que na proporção genérica estivesse numericamente representado de maneira compatível em relação a outros países. Tal conjectura está alinhada com a aspiração de “liderança moral” de um Brasil parte do “BRIC”, e que ainda está por ser equalizada com o “peso de fato” que uma visão realista empresta ao país por suas características continentais.

Na ONU é voz corrente que a instituição meramente reflete a posição política de seus membros. Vários desses membros percebem que uma liderança político-administrativa interna naquela organização internacional, por seus nacionais, deva ser estimulada e promovida. Outros não.

Cleiton Batista Neiva, Luiz Carlos da Costa e Sergio Vieira de Mello (em ordem alfabética dos nomes) são exemplos de mártires atuando em prol da comunidade das nações, não deixando margem a dúvida acerca do valor da participação brasileira na Organização das Nações Unidas. O exemplo deles deve ser cultuado, estimulado e promovido em relação aos brasileiros das gerações futuras.






30 de jan. de 2010

Blindagem Corporal ou “à prova de bala”




Fonte da imagem da capa do relatório: http://www.ojp.gov/nij/pubs-sum/223054.htm






Fonte da imagem da placa: http://www.bodyarmorchina.com/Body-Armor-Plate/Body-Armor-Plate-B7803/Body-Armor-Plate-B7803.jpg
por George Felipe de Lima Dantas

em 30 de janeiro de 2010


Não parece que a comunidade de segurança pública e privada do Brasil possua ainda uma organização técnica que credencie os equipamentos de aplicação na área. Alguns países do mundo possuem tais organizações, inclusive hierarquizando a qualidade e apontando as especificações técnicas de produtos utilizados pelos agentes da segurança pública e privada. Isso faz com que os processos de aquisição desses equipamentos possam ser mais bem orientados por critérios técnicos preestabelecidos e em constante revisão e aprimoramento. O Instituto Nacional de Justiça [National Institute of Justice (NIJ)] do Departamento de Justiça do governo federal dos Estados Unidos da América (EUA) faz tal papel ou senão o fomenta através de vínculos com a comunidade acadêmica e empresarial.


De acordo com a fonte cujo URL vai citado acima, o NIJ estima que já foram salvas mais de três mil vidas de policiais desde meados da década de 1970, período em que o Instituto Nacional de Justiça começou a testar e desenvolver padrões de desempenho de equipamentos de blindagem corporal ou “à prova de bala” (tanto em relação a disparos quanto perfurações por “arma branca”). Tais padrões, ainda que pouco difundidos no Brasil, são cada vez mais reconhecidos e aceitos mundialmente, nos termos do NIJ, se constituído hoje em um “benchmark” de desempenho de equipamentos de blindagem corporal “balístico-resistentes”.



Infelizmente, de acordo com a mesma fonte, não existe realmente o que é usualmente chamada de “proteção ou blindagem corporal à prova de bala”. Ainda segundo a fonte NIJ, tal proteção pode ser admitida como efetiva contra um número significativo de tipos de munição, mas os agentes da segurança pública devem ter em mente que a blindagem corporal é caracterizada e hierarquizada em sua efetividade para diferentes níveis de ameaça ou risco. Nesse sentido, os profissionais de segurança empregados em situações específicas de risco, caso da repressão de seqüestros ou operações especiais, precisam de proteção adicional em termos de blindagem corporal, já que usualmente estão expostos a ameaças ou riscos de serem alvejados por armas capazes de neutralizar a proteção de blindagem corporal comum.



Um relatório de pré-requisitos mínimos de desempenho de equipamentos de blindagem corporal foi desenvolvido pelo NIJ: “Resistência Balística de Blindagem Corporal de Pessoal” – Ballistic Resistance of Personal Body Armor. Ele descreve os pré-requisitos mínimos de desempenho e métodos de testagem da resistência balística de equipamentos de blindagem corporal pessoal, apontando categorias de equipamentos disponíveis e descrevendo os níveis de ameaça ou risco.
O título do relatório é Ballistic Resistance of Body Armor NIJ Standard - 0101.06 e está disponível no URL http://www.ncjrs.gov/pdffiles1/nij/223054.pdf ( 89 páginas e em lingua inglesa).

Política e Polícia: O Caso da Espanha e dos Orçamentos Públicos














Zapatero en la Cumbre del Clima.
EP
Pero le negó ayudas a una asociación de la Guardia Civil


ZP regala 700.000 euros a los policías de Nicaragua en plena crisis
Las subvenciones del Gobierno levantan ampollas
Redacción, 30 de diciembre de 2009 a las 12:30




La imaginación para el despilfarro de los socialistas no tiene límites: las mujeres chocoanas, los hijos del Maíz o los gays de Zimbabwe reflejan la falta de sentido común en tiempos muy difíciles para los bolsillos de los españoles.


Así, nuestras Fuerzas de Seguridad tienen que que tolerar que 700.000 euros vayan a parar al "fortalecimiento" de los policías de Nicaragua tras haberse rechazado una enmienda a los Presupuestos en la que se liberaba una partida para una asociación de Guardias Civiles.Según cuenta Alejandra Ramón en El Economista en un artículo titulado "El Gobierno impone el capricho en su política de subvenciones", las preferencias de ZP a la hora de repartir subvenciones es de lo más sorprendente:


700.000 euros al fortalecimiento de los policías de Nicaragua
800.000 euros a la mejora de los derechos sexuales reproductivos de Jinoteca (Nicaragua)
2.426.100 euros para el cine Iberoamericano
56.200 euros para la red de mujeres chocoanas (Colombia)
113.225 euros para la Fundación Hijos del Maís (Perú)
28.810 euros para gays de Zimbabwe
260.000 para los diputados dominicanos
117.000 para los policías bosnios
59.000 para 'tecnologías' de la mujer paraguaya
40.000 para inmigrantes marroquíes en España


La ayuda de 700.000 euros a los policías de Nicaragua es una patada al hígado de las asociaciones de Guardias Civiles que vieron como el Gobierno ZP les denegaba una partida de los Presupuestos.


La misma indignación que tienen los agricultores españoles que ven como 100.000 euros van a parar a un inhóspito pueblo de Perú. Y las ayudas al cine iberoamericano ha puesto en pie de guerra a las pequeñas productoras españolas que han visto como sus subvenciones quedaron paralizadas por orden de González Sinde.

29 de jan. de 2010

Confirmed fatalities among all UN staff (comprehensive list)


Fonte: http://www.un.org/en/peacekeeping/missions/minustah/memoriam.shtml

MINUSTAHUnited Nations Stabilization Mission in Haiti
Mission time: 17:37:19, Friday
new showLocalTime("missiontime", "server-ssi", delay, "short")

Confirmed fatalities among all UN staff (comprehensive list) »
Confirmed UN Peacekeeping Fatalities of 12 January 2010

Corporal Raed Faraj Alkhawaldeh (Jordan)

Major Ata Issa Almanasir (Jordan)

Mr. Lionel Amar (France)UN Police

Private Antonio José Anacleto (Brazil)

Hédi Annabi (Tunisia)Special Representative of the Secretary-General and Head of Mission

Ms. Pierrena Annilus (Haiti) Administrative Assistant

Mr. Mesonne Antoine (Haiti)Security Guard

Sergeant Janice Dorado Arocena (Philippines)

Mr. Mamadou Bah (France)Public Information Officer

Ms. Ann Barnes (United Kingdom)Personal Assistant to the Police Commissioner

Warrant Officer Raniel Batista de Camargos (Brazil)

Mr. Jerry Bazile (Haiti)Interpreter

Mr. Mario Bazile (Haiti)Public Information Assistant

Mr. Parnel Beauvoir (Haiti)Public Information Officer

Sergeant Eustacio C. Bermudez Jr. (Philippines)

Ms. Farah Boereau (Haiti)Interpreter

Mr. Kai Buchholz (Germany)Special Assistant to the Principal Deputy Special Representative of the Secretary-General

Ms. Renée Carrier (Canada)Personal Assistant to the Special Representative

Ms. Maria Antonieta Castillo Santa Maria (Mexico)Administrative Assistant

Ms. Ericka Chambers Norman (USA)Board of Inquiry Officer

Staff Sergeant Leonardo de Castro Carvalho (Brazil)

Mr. Doug Coates (Canada)Acting Police Commissioner

Mr. James Coates (Canada) Administrative Assistant

Mr. Luiz Carlos da Costa (Brazil) Deputy Special Representative to Haiti

Ms. Rosa Crespo-Biel (Spain)UN Police

Lieutenant Colonel Marcus Vinicius Macedo Cysneiros (Brazil)

Private Tiago Anaya Detimermani (Brazil)

Mr. Philippe Dewez (Belgium)Special Adviser

Ms. Alexandra Duguay (Canada)Public Information Assistant

Ms. Dede Yebovi Fadairo (Nigeria) Associate Report Writing Officer

Private Felipe Goncalves Julio (Brazil)

Corporal Ari Dirceu Fernandes Junior (Brazil)

Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho (Brazil)

Mr. Mark Gallagher (Canada)UN Police

Mr. Guido Galli (Italy) Senior Political Affairs Officer

Mr. Gerthy Germain (Haiti)Cleaner

Mr. Gustavo Ariel Gomez (Argentina)UN Police

Mr. Andrew Grene (USA)Special Assistant to the Special Representative

Mr. Jan Olaf Hausotter (Germany)Political Affairs Officer

Mr. Karimou Ide (Niger) Security Officer

Major Ashraf Ali Mohammad Jayousi (Jordan)

Mr. Laurent Le Briero (France)UN Police

Mr. Watanga Lwango (Democratic Republic of Congo) Audit Assistant

Mr. Issa Mairigia (Niger)UN Police

1st Lieutenant Bruno Ribeiro Mário (Brazil)

Major Marcio Guimarães Martins (Brazil)

Ms. Lisa Mbele-Mbong (USA) Human Rights Officer

Mr. Riquet Michel (Haiti)Radio Producer

Mr. Hebert Moise (Haiti)Driver

Mr. Cleiton Neiva (Brazil)Associate Security Officer

Ms. Nivah Odwori (Kenya) United Nations Volunteer /Electoral District Coordinator

Mr. Tadia Roger Onadja (Burkina Faso)UN Police

Sergeant Pearlie T. Panangui (Philippines)

Corporal Douglas Pedrotti Neckel (Brazil)

Mr. Frednel Pierre (Haiti)Mason

Mr. Marc Plum (France)Chief, Electoral Assistance Section

Staff Sergeant Davi Ramos de Lima (Brazil)

Ms. Mirna Patricia Rodas Arreola (Guatemala)Administrative Assistant

Mr. Philippe Charles Claude Rouzier (Haiti)Civil Affairs Officer

Lieutenant Colonel Gonzalo Daniel Martirene Ruibal (Uruguay)

Colonel Emilio Carlos Torres dos Santos (Brazil)

Corporal Washington Luiz de Souza Seraphim (Brazil)

Mr. Guillaume Siemienski (Canada) Political Affairs Officer

Private Rodrigo Augusto da Silva (Brazil)

Mr. Satnam Singh (India)IT Technician/International Contractor (Trigyn Technologies Inc.)

Mr. Adamou Biga Souley (Niger)UN Police

Sergeant Rodrigo de Souza Lima (Brazil)

Colonel Emilio Carlos Torres dos Santos (Brazil)

Ms. Simone Rita Trudo (France)Personal Assistant to the Principal Deputy Special Representative of the Secretary-General

Ms. Nicole Valenta (Germany)Best Practices Officer

Ms. Andrea Loi Valenzuela (Chile)Human Rights Officer

Mr. Frederick Wooldridge (United Kingdom)Political Affairs Officer

Mr. Jerome Yap (Philippines)Personal Assistant to the Principal Deputy Special Representative of the Secretary-General

Hédi Annabi (Tunisia)
Former Special Representative of the Secretary-General and Head of Mission

Ms. Pierrena Annilus (Haiti)
Administrative Assistant

Mr. Mesonne Antoine (Haiti)
Security Guard

Mr. Jerry Bazile (Haiti)
Interpreter

Mr. Mario Bazile (Haiti)
Public Information Assistant

Mr. Parnel Beauvoir (Haiti)
Public Information Officer

Ms. Farah Boereau (Haiti)
Interpreter

Ms. Renée Carrier (Canada)
Personal Assistant to the Special Representative

Ms. Maria Antonieta Castillo Santa Maria (Mexico)
Administrative Assistant

Ms. Ericka Chambers Norman (USA)
Board of Inquiry Officer

Mr. Doug Coates (Canada)
Acting Police Commissioner

Mr. James Coates (Canada)
Administrative Assistant

Mr. Luiz Carlos da Costa (Brazil)
Deputy Special Representative to Haiti

Ms. Alexandra Duguay (Canada)
Public Information Assistant

Ms. Dede Yebovi Fadairo (Nigeria)
Associate Report Writing Officer

Mr. Guido Galli (Italy)
Senior Political Affairs Officer

Mr. Andrew Grene (USA)
Special Assistant to the Special Representative

Mr. Jan Olaf Hausotter (Germany)
Political Affairs Officer

Mr. Karimou Ide (Niger)
Security Officer

Mr. Watanga Lwango (Democratic Republic of Congo)
Audit Assistant

Ms. Lisa Mbele-Mbong (USA)
Human Rights Officer

Mr. Riquet Michel (Haiti)
Radio Producer

Mr. Hebert Moise (Haiti)
Driver

Mr. Marc Plum (France)
Chief, Electoral Assistance Section

Ms. Mirna Patricia Rodas Arreola (Guatemala)
Secretary

Mr. Guillaume Siemienski (Canada)
Political Affairs Officer

Mr. Satnam Singh (India)
IT Technician/International Contractor (Trigyn Technologies Inc.)

Ms. Simone Rita Trudo (France)
Personal Assistant to PDSRSG

Ms. Andrea Loi Valenzuela (Chile)
Human Rights Officer

Mr. Frederick Wooldridge (United Kingdom)
Political Affairs Officer

Mr. Jerome Yap (Philippines)
Personal Assistant to the Principal Deputy Special Representative of the Secretary-General

Cleiton Batista Neiva -- Notícia em "site" austríaco




Irene Höglinger in den Nachrichten
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Gestern
Hofkirchnerin Verlor Ehemann Bei Erdbeben 00:02 Uhr — Quelle: MeinBezirk.at
(28.01.10) HOFKIRCHEN, HAITI (red). Das brasilianische Oberkommando der Militär-Friedenskommission auf Haiti bestätigte den Tod des Offiziers der Militärpolizei, Cleiton Batista Neiva (33), bei dem fürchterlichen Erdbeben am 12. Jänner. Neiva war mit der aus Hofkirchen stammenden UN-Mitarbeiter...

Bolsa Formação




por George Felipe de Lima Dantas

em 29 de janeiro de 2010


É sempre louvável a intenção de expandir os ganhos financeiros de uma categoria tão sacrificada historicamente como é o caso dos servidores da segurança pública. A "bolsa formação", no entanto, é uma figura anômala para o propósito de expansão de vencimentos, subsídio ou como venha a ser chamado o ganho financeiro de um policial.


As "bolsas" são usualmente referidas como algo que visa compensar despesas eventuais de estudos (estudos pagos e que precisam ser indenizados pelo interessado e/ou feitos em locais fora da sede do local de trabalho). Já a "formação" é uma fase da carreira policial em que o "ensino/instrução" é ministrado em nível básico ou inicial. Os cursos policiais de formação usualmente geram uma gratificação incorporada (permanente) a cursos realizados no ato da admissão do policial ou ao longo da carreira, como é o caso do CFSd, CFC, CFS, CFO, CFOSaúde, etc.


A "Bolsa Formação", portanto, é um neologismo que não tem precedente nem enquanto bolsa nem enquanto aspecto da formação clássica. Isso vem gerando estatísticas de milhares de "policiais bolsistas" e "policiais formados" em uma apropriação de ambos os termos que não corresponde nem a uma coisa nem outra. Há que considerar também que a "bolsa-formação" é fruto de uma iniciativa de política de governo e não de "política institucional de recursos humanos", de Estado, o que implica em sua não-permanência, o que não sustenta princípios de estabilidade econômica do trabalhador, traduzidos, entre outros aspectos, na irredutibilidade do vencimento, subsídio ou qualquer outra expressão sinônima do salário.

DRONES -- Risco zero para tripulantes de aeronaves policiais em ações tático-operacionais aéreas de vigilância





Fonte da imagem fotográfica: http://www.officer.com/article/article.jsp?siteSection=1&id=36197


por George Felipe de Lima Dantas -- em 30 de janeiro de 2010


Um “drone”, em língua inglesa, é a abelha macho das abelhas de mel e de outras espécies e que não possui ferrão e nem produz mel. A palavra também conota objetos não-tripulados, caso de barcos e aeronaves de pequeno porte, controlados remotamente por dispositivos eletro-eletrônicos de radiofreqüência.

Os drones já possuem aplicações militares, sendo equipados com armas, conforme o exemplo que vai mostrado acima, nesta postagem, atacando um veículo. Na segurança pública eles estão começando a ser utilizados para patrulhar fronteiras marítimas, em uma das situações específicas do seu emprego, para coibir o tráfico marítimo de narcóticos como o que se sabe hoje ocorrer na Baia de Guanabara no Rio de janeiro.

As versões policiais de drones em utilização no mundo, uma delas sabidamente usada pela agência federal policial dos EUA incumbida de atividades policiais aduaneiras e de controle de fronteiras, pouco difere de versões militares (como as utilizadas no Iraque e Afeganistão), à exceção do fato de não levarem armas de emprego militar, sendo equipadas essencialmente com câmeras.

Versões atuais chegam a ter uma autonomia de até 20 horas. O alcance dos drones permite que eles não apenas exerçam vigilância sobre a circulação de drogas ilícitas nas regiões de venda e consumo, mas também patrulhem as respectivas áreas de produção ou origem dessas mesmas drogas.

Tenente (PMDF) Cleiton Batista Neiva

por George Felipe de Lima Dantas
em 29 de janeiro de 2010

Causa estranheza que mártires brasileiros no Haiti como a Doutora Zilda Arns (Pastoral da Criança), Luiz Carlos da Costa (ONU/Minustah) e bravos militares do Exécito Brasileiro (ONU/Minustah) tenham recebido justas e mais que merecidas homenagens das autoridades e da imprensa em geral do nosso pais, mas sequer se saiba ainda, em esclarecimento oficial, das providências finais de reconhecimento, traslado, funeral e apoio à família do não menos heróico brasiliense - Tenente (PMDF) Cleiton Batista Neiva (ONU/Minustah) - tombado pela causa universal em que estava engajado quando teve a vida ceifada na sede da ONU/Minustah no terremoto do Haiti. Isso inclui a falta de informações quando ele ainda estava desaparecido sob os escombros da sede da ONU/Minustah em Porto Príncipe por vários dias... Não fosse uma intensa mobilização de amigos, colegas de turma do Tenente Cleiton e participantes, como ele, de missões de paz, talvez a sociedade sequer tivesse notícia das buscas e final encontro dele nos dias que sucederam o desastre.

28 de jan. de 2010

Sofrimentos Institucionais que se refletem na Comunidade: por qual razão?

Fonte da imagem: http://www.ics.uci.edu/~eppstein/0xDE/Upside-down-tree.jpg
por George Felipe de Lima Dantas
em 28 de janeiro de 2010

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) é uma das instituições públicas do país e que presta serviços para a Nação deste mesmo país, objetivamente, representada pela população fixada no território que corresponde ao Distrito Federal. A PMDF está submetida aos mesmos acertos e erros da condição humana dos seus membros, como qualquer outra instituição pública dos outros poderes constituídos, seja em nível federal ou de qualquer dos demais 26 entes federativos.


A PMDF possui uma estrutura organizacional permanente e, tal qual outras instituições, membros não-permanentes da sua gestão e que se sucedem ao longo do tempo, dado a condição humana -- sempre finita, passageira e falível. Mudam os comandantes, chefes, diretores e servidores policiais militares "de linha" (sofrem enfermidades, morrem, passam para a inatividade, etc.), mas a estrutura institucional permanece a mesma por muito mais tempo do que o efetivo de seus membros -- a instituição é permanente. A estrutura organizacional, em prol da estabilidade institucional (função da necessidade do serviço prestado para a própria comunidade...), pouco muda ao longo do tempo, sendo sempre necessário buscar ativamente manter uma estabilidade mínima dos recursos humanos institucionais, inerentemente instáveis dado a já referida condição humana. O “sofrimento institucional" (imaterial e impessoal) de uma "passagem de comando" é um fato: ela requer realinhar políticas, renomear pessoas, redimensionar procedimentos, ganhar credibilidade, etc. No futebol, o adágio de que "time que está ganhando não se mexe" é uma apropriação vulgar do conceito de estabilidade institucional.


A subitamente anunciada "passagem de comando" da PMDF, independentemente da personalidade e virtude de quem sai e de quem assume, representa um "custo de efetividade institucional para a comunidade". O "sofrimento institucional" referido representa um "custo de efetividade de serviços", já que eles terão, de alguma, de sofrer uma solução temporária de continuidade até que retornem ou até mesmo superem os seus níveis de proficiência anteriores. É uma questão, portanto, de "economia político-administrativa" evitar uma mudança da gestão, cujos ônus e bônus sempre recairão, em última instância, sobre a comunidade que política e economicamente sustenta a gestão em sua estrutura e seus servidores: os contribuintes.


Episódios recentes relativos ao emprego técnico-profissional da PMDF em manifestações contra representantes dos poderes constituídos do Distrito Federal fizeram com que fossem levantados questionamentos, amplamente divulgados pela mídia, contra procedimentos tático-operacionais institucionais (talvez fruto de excessos ou mesmo desvios individuais de conduta próprios da condição humana...). Tratava-se de ações da polícia ostensiva local em atividades de manutenção da lei e da ordem em frente ao Palácio do Buriti. Tais questionamentos, absolutamente necessários (nem sempre objetivamente pertinentes à situação, mas sim ao seu "mérito moral"), são parte do equilíbrio buscado pela sociedade em um regime lastrado no Estado Democrático de Direito. Há que apurar responsabilidades e tomar as devidas providências.


Mas, com tudo isso, não se tem notícia de desvios na alta gestão institucional, objetivamente, do "Comandante-Geral da PMDF". Muito pelo contrário, a PMDF segue sendo empregada "ao abrigo da lei", de conformidade e sob as ordens supremas de seu "Comandante em Chefe", que corresponde ao chefe do executivo local -- o Governador do Distrito Federal. E é o chefe do executivo local e outras autoridades do executivo e do legislativo do Distrito Federal, na presente instância histórica, que parecem estar sendo questionados acerca de supostos desvios de conduta, em já extensa cobertura midiática local, nacional e internacional.


Dado a conhecida proficiência técnico-profissional e integridade inatacada do atual "Comandante-Geral da PMDF", emerge a questão de acerca da razão pela qual a PMDF e a comunidade a que serve devam passar por um "sofrimento institucional" resultante de uma súbita mudança produzida por uma inesperada passagem de comando. - Por quê? - Não há crise institucional na PMDF e, ao que é certo de se imaginar, a ela cabe manter a ordem pública e não instrumentar o processo político -- ela é uma instituição permanente "de Estado" e não deste ou daquele eventual governo.

Taking Chance


por George Felipe de Lima Dantas
em 28 de janeiro de 2010

Liliana Filmes, TV e Séries Tuesday, May 5th, 2009
Vi um filme sem pretensão nenhuma e fiquei completamente envolvida.
O filme chama-se Taking Chance e é estrelado por Kevin Bacon.
Eu chorei em vários momentos e olha que para eu chorar em filme é coisa muito rara. Mas ele me tocou.
É uma crítica contundente à guerra. E eu sou absolutamente contra guerras e violência de qualquer tipo. E acompanhar a jornada do Coronel Strobl escoltando o corpo do soldado Chance Phelps para casa numa forma tão silenciosa, tão solene faz qualquer um ficar contra qualquer morte desnecessária.
Na verdade, todas as mortes são desnecessárias. Ninguém precisa morrer para nada. Ou não deveria precisar morrer.
A morte é um fato da vida de todo mundo e vamos entrar em contato com ela seja a nossa, seja de algum parente, conhecido, animal de estimação. E é triste. Muito triste. Não precisamos que ninguém se exponha a morte desnecessariamente.
O filme mostra de forma discreta e respeitosa o impacto de uma vida perdida.
Para mim, Chance Phelps morreu por uma causa estúpida: uma guerra. E sim, ele existiu e a história é toda real.
Taking Chance é um filme que pode mudar sua visão de mundo. Recomendo muito.

27 de jan. de 2010

Referências sobre Aplicações da Aviação no Policiamento

Fonte da imagem: http://www.fashion-res.com/EX/10-09-22/pros-and-cons.jpg
por George Felipe de Lima Dantas
em 28 de janeiro de 2010

Referência: Tradução Livre: Alpert, Geoffrey P. "Aviation applications to policing". In: Green, Jack R. The Encyclopedia of Police Science. 3rd Edition, 2 Vols., eds. Jack Green. New York: Routledge, 2006.

(...) Em suma, agências policiais podem ser ajudadas pela versatilidade, visão e velocidade dos helicópteros (McGowan, 1998). A versatilidade dos helicópteros é vista em sua habilidade de seguir suspeitos, detectar veículos em excesso de velocidade, resgatar cidadãos em perigo, prover informação e apoiar policiais no solo. A versatilidade também pode ser vista na habilidade do helicóptero de pousar em uma variedade de superfícies, com elas incluindo terra, ruas, telhados ou água (Hoffman, 1996). O ponto de vantagem de um observador em um helicóptero pode ser descrito como o proporcionado por uma "visão de olho de pássaro se comparado com a visão de uma minhoca que é o ponto de vantagem disponível para um policial em uma viatura em patrulhamento. Um helicóptero tem 30 vezes o alcance visual de algo cuja contrapartida em alcance visual está restrita pelas ruas" (Yates, 1994, p.65).

Existe, entretanto, custo (tanto diretos quanto indiretos) associado com a utilização de helicópteros. Tais custos incluem a aquisição inicial, manutenção e combustível, como também os custos dos pilotos e demais tripulantes. Outra desvantagem dos helicópteros é o ruído produzido por eles (Rilley, 1995). Helicópteros são instrumentos barulhentos e seus propulsores geram correntes de ar que podem causar dano a pessoas e patrimônio, ao impulsionar e arremessar objetos situados na área sob a aeronave. Como conseqüência disso, as agências policiais tem tido de lidar com publicidade negativa, tendo de explicar ao público os problemas e os benefícios dos helicópteros. (...)

Performance Policial: Alguns Itens da Bibliografia sobre o Tema





Performance Policial: Alguns Itens da Bibliografia sobre o Tema

por George Felipe de Lima Dantas
em 27 de janeiro de 2010
Alguns Itens da Bibliografia sobre o Tema:


01. Mike Mashburn, "14 Points," CJI Management Briefs 4, no. 3, sec. 11 (1999): 1-3.

02. Michael Kramer, "Designing an Individualized Performance EvaluationSystem: A Values-Based Process," FBI Law Enforcement Bulletin, March1998, 20-26.

03. Tony Jones, "Developing Performance Standards," Law and Order, July1998, 109-112.

04. Roy H. Herndon, III "Police practice: productivity analysis for basicpolice patrol activities". FBI Law Enforcement Bulletin,The. May 2005.

Laboratório Aeroespacial Nacional: Selecionando Helicópteros Policiais para a Agência Policial Nacional da Holanda




Fonte do texto e imagens: http://www.nlr.nl/id~10068/l~en.html

Selecting police helicopters for the KLPD

Government organizations sometimes have to select technically complex equipment. The National Police Agency (KLPD) needed an independent expert to assist in selecting new helicopters. KLPD chose NLR.

Helicopters play an important part in police efforts to solve crime, search for suspects, and transport captives. The current generation of KLPD helicopters was in need of replacement, and the corps had to select a new type. Because NLR has extensive experience in evaluating and testing helicopters for the armed forces, KLPD approached us to advise on selection.

NLR began by supporting KLPD in drafting specifications for the new helicopters. It soon became apparent that they would serve a wide range of purposes. For example, they would have to be able to combine long hours of surveillance flights under difficult circumstances with the transportation of heavily armed intervention teams during terrorist threats. The helicopters would therefore have to be equipped with a variety of sensors, a passenger cabin, the most modern communications technology, and winches allowing the intervention teams to rappel swiftly down to the ground.

In addition, the new helicopters will be assigned the new task of providing assistance when calamities occur on North Sea oil rigs. The helicopters must therefore be equipped with a buoyancy system in case of an accident over the sea. NLR set up a points system to assess which characteristics were considered most important. Maintenance and lifespan proved to be key factors.

It soon became clear that a single type of helicopter could never meet all these specifications. Consequently, KLPD decided to order six police service helicopters and two of a larger type suitable for transporting anti-terrorist units. The tender attracted a number of candidates that were jointly assessed by KLPD and NLR, based on a review of the candidates' written specifications. In addition, a joint KLPD-NLR team visited the manufacturers to conduct test flights. Two types of helicopter were eventually selected: six Eurocopter EC-135s will be the police workhorses, while two Agusta Westland-139s will be deployed as personnel carriers.

Helicopteros em Operações de Perseguição Policial -- Estudo Realizado pela Universidade da Carolina do Sul/EUA





Title: Helicopters in Pursuit Operations.
Series: Research in Action
Author: Geoffrey P. Alpert
Published: August 1998
Subject: Police equipment, vehicles
8 pages
bytes
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Figures, charts, forms, and tables are not included in this ASCII plain-text
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at 800-851-3420.
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U.S. Department of Justice
Office of Justice Programs
National Institute of Justice
National Institute of Justice
Jeremy Travis, Director
Research in Action
August 1998
Helicopters in Pursuit Operations
Geoffrey P. Alpert
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Highlights
Advancements in helicopters and onboard auxiliary equipment have
improved the ability of police departments to fight crime and maintain
public safety. Helicopters assist police activities by providing support and
a presence in the air. They serve an important part in the advancement of
law enforcement strategies and tactics.
From their observational vantage point, the helicopter pilot or observer can
monitor a vehicle safely and provide pertinent information to ground
pursuit officers allowing them to:
o Remain in close proximity to the suspect while tracking the location and
direction without being noticed, enabling officers on the ground to take
action once the suspect has stopped or exited the vehicle.
o Assist with a call involving an officer in trouble by providing directions
and if necessary a show of force.
o Report on traffic or environmental conditions.
The versatility, range, and vantage point of the helicopter allows ground
officers to conduct pursuits more successfully, decreasing the use of
high-speed pursuits and increasing apprehension rates.
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While existing information on the uses, costs, and effectiveness of
helicopters in police operations generally indicates that the helicopter can
play a valuable role, there has been no research that examined the uses and
productivity of the helicopter in pursuit operations. This research study
conducted for the National Institute of Justice addressed these issues.
This Research in Action presents findings and assessments from a study of
helicopters used in pursuit operations for the Baltimore City and
Miami-Dade County Police Departments.
The two study sites: Baltimore City and Miami-Dade County
The study focused on two geographically and demographically contrasting
sites that have been successfully using helicopters in pursuit activities.
Baltimore City is approximately 80 square miles in size and is laid out in
narrow streets. The city is densely populated, with roughly 750,000
people. The Baltimore Police Department is divided into nine police
districts and its helicopter unit is responsible for all areas of the city.
Miami-Dade County extends over approximately 2,000 square miles, with
a population of approximately 3 million people. The county covers a
variety of areas less densely populated than Baltimore City, including
rural, commercial, and residential neighborhoods.
The primary function of the Baltimore Police Department helicopter unit
is to perform routine patrol, at an altitude of 500 feet, and to respond to
calls for service. The observer in the helicopter can provide detailed
support information to ground units. The primary purpose of the
Miami-Dade Police helicopter unit is to respond to calls for service as well
as to provide a patrol function. Due to the spatial distribution of the two
jurisdictions, the helicopter's primary role in Baltimore is patrol, and
response in Miami-Dade. Both sites, however, place a high priority on
responding to calls for service from both the dispatcher and the ground
unit officers. As a result, both units play a crucial role during pursuits (see
"Helicopter Features").
Primary pursuit operations
The study looked at each site's policy for ground and helicopter pursuit
activity. Baltimore has a discouragement policy for vehicular pursuits and
Miami-Dade has a policy that only permits ground pursuits for violent
felonies. Once a ground unit initiates a traffic, investigative, or felony
stop, and the suspect refuses to pull over and begins to flee, the ground
units slow down and turn off all emergency equipment (unless the pursuit
is justified by policy) "to avoid pushing the fleeing vehicle."[1]
In most cases, unless a helicopter is available, the ground units terminate
their pursuit rather than pursue a fleeing suspect. When a helicopter is
available, the ground unit ceases its active pursuit, turns off its emergency
equipment, slows down, and continues to remain in the general area of the
suspect's vehicle. The ground unit officers rely on the helicopter crew to
transmit directions and other information to determine when to resume
pursuit activity. Both Miami-Dade's and Baltimore's ground units follow
at a safe distance so that the suspect is not aware of police presence.
In both departments, suspects are observed until they stop and exit the
vehicle, at which time ground units can move in and take the suspects into
custody. Exceptions to this practice are situations in which a suspect is
driving erratically, running through controlled intersections, or
endangering people. If any of these occur, the helicopter observer
(Baltimore) or pilot (Miami-Dade) may take the following action:
o Communicate to the ground units that the subject is accelerating fleeing
activity.
o Make the suspect aware of the helicopter's presence in hope that the
suspect will cease fleeing.
o Use the searchlight to illuminate the suspect's position during night
pursuits.
Neither department uses the onboard searchlight to blind a fleeing suspect
to force the individual to stop the vehicle, but maximizes on its capability
to illuminate the vehicle for the police, light an area to alert civilian
motorists of an oncoming danger, and light the roadway should the fleeing
suspect turn off the vehicle's lights. Both Baltimore's and Miami-Dade's
helicopters are equipped with a combination of crime-fighting tools--the
radio, searchlight, infrared heat sensing system, and camera--that together
are effective tactical resources available to police during patrol and
response activity.
Effectiveness in pursuits
The primary question considered as a result of the observations of these
units was the helicopter's effectiveness in pursuit activities. Available data
permitted some basic comparisons on the reasons for pursuits and their
effectiveness. Data were collected from Baltimore from July 1995 through
June 1996 and from Miami-Dade for the calendar year 1996.
Miami-Dade helicopters were involved in 43 pursuits (see Exhibit 1). In
Baltimore, helicopters were involved in 89 pursuits. These statistics
indicate that both departments have had a high arrest-success rate for using
helicopters in pursuits.
For both helicopter units, a stolen car was the most common reason for
initiating a pursuit. There were 21 pursuits involving a stolen car in
Miami-Dade and 38 in Baltimore. In addition, there were 10 pursuits for
armed robbery or robbery in Miami-Dade compared to 9 pursuits for
similar reasons in Baltimore (see Exhibit 2). The Baltimore helicopter unit
reported that the specific type of robbery involved carjacking in 7 out of
the 9 robbery pursuits. Almost 57 percent of the pursuits in Baltimore
occurred at night. Although information on exact times for most of the
pursuits in Miami-Dade was not available, the usable data did reveal that
approximately one-half of the helicopter pursuits were conducted at night.
The most common pursuit scenario involved a helicopter following a
vehicle from which one or more suspects had "bailed-out." There were
many "pursuits" that did not involve ground units until the suspect had
exited and fled from the vehicle once it had stopped. In both units, the data
indicated that when a helicopter became involved in a pursuit, the most
likely outcome was an arrest. Both Baltimore and Miami-Dade had
additional findings that are presented in Exhibits 3 and 4.
These data also compare favorably to the results of ground pursuits.
Agencies reported that approximately 75 percent of ground pursuits result
in an apprehension.[2] Law enforcement agencies have been aided by the
versatility, vision, and speed of helicopters.[3] Additionally, both agencies
in the study reported similarities in the reasons for their initial
involvement in a pursuit.
Case studies support helicopters in pursuits
In a sample of seven documented pursuit cases from the two sites, five
involved a stolen vehicle, and six resulted in bail-out of the suspect(s)
once ground units began to follow at a distance. The helicopter aerial
surveillance allowed the ground units to follow a suspect's vehicle at a safe
distance, and in most cases without the use of emergency equipment. In
addition, the helicopter units provided the ground officers with crucial
information, such as reporting whether or not suspects were carrying
weapons. The information provided to ground units from the helicopter
flight crews was very important to officer and public safety as well as to
the immediate arrest of many of the suspects in these pursuits.
Conclusions
The data presented in this report demonstrate that helicopters can provide
a valuable service to law enforcement in general and to the pursuit
function in particular. The helicopter can assist ground units as a platform
from which to observe, track, and illuminate people or places on the
ground. Specifically, the helicopter serves as backup to ground units.
Flight crews can provide a perspective that cannot be achieved on the
ground. They can communicate with ground units and provide information
to direct them toward an intended position or away from a dangerous one.
The helicopter's altitude and onboard equipment, particularly the
searchlight, create a tactical advantage for the police by providing them
with assistance and aerial cover.
From its vantage point, a helicopter can be removed from direct action
while its crew can observe what is taking place below. In pursuits,
helicopters can provide important assistance without being noticed. They
can track vehicles and alert ground units to the direction, location, and any
activities that are going on in their view. This critical function allows the
ground units to turn off emergency equipment and slow down to protect
public safety while maintaining visual contact with the fleeing vehicle.
This tactical advantage has proven to be very successful in the
apprehension of fleeing suspects and the reduction of risk to the public.
Additionally, a helicopter can, at determined times, make itself known to
the suspect as a show of authority and a show of force.
Although helicopters have proven to be a credible component of pursuits,
as their role increases, it will be important to develop policies guiding their
activities, including specific circumstances when a ground unit supervisor
authorizes his or her officers to continue ground pursuit.
As part of these policy determinations, use of the spotlight during pursuits
will require structured guidelines to maintain it as an important
crime-fighting tool. Guidelines need to be based on the spotlight's effect
on the fleeing suspect and environment, to ensure that it is used
effectively, for its intended and appropriate goal, in a manner that does not
encourage a suspect to take more risks or continue dangerous actions.
Since this study is the first on the use of helicopters in pursuit, it is not
surprising that the author found a lack of recordkeeping policy in agencies
to compile and analyze their own efforts. Similarly, the study of helicopter
pursuits follows the tradition of research on ground units in pursuit.
Tracking and analyzing ground pursuits is only a relatively recent
requirement in many police departments. The Miami-Dade Police
Department is a pioneer in this area and has been keeping detailed records
on ground pursuits since the 1980s.[4] Miami-Dade has also been
maintaining similar records for helicopter pursuits since mid-1996, but
many agencies in the country still do not require a specialized reporting
form for ground pursuits.[5] (See Exhibit 5.) Future analysis would benefit
from a change in reporting and recordkeeping procedures. Linking the
reports of both ground and air units would assist in understanding the
whole pursuit picture.
Notes
1. Interview. Womack, Doug, formerly Sergeant of the Baltimore
helicopter unit, July 14, 1994.
2. Alpert, Geoffrey, Dennis Kenney, Roger Dunham, William Smith and
Michael Cosgrove. Police Pursuit and the Use of Force, Final Report,
Washington, D.C.: U.S. Department of Justice, National Institute of
Justice, 1996, NCJ 164833.
3. McGowan, Robert. "Police Helicopters," Police Chief, (February
1978a):45:57-60, 81 and (March 1978b):45:56-59.
4. Alpert, Geoffrey and Roger Dunham. Police Pursuit Driving. New
York: Greenwood Press, 1990.
5. Kenney, Dennis and Geoffrey Alpert. "A National Survey of Pursuits
and the Use of Police Force: Data from Law Enforcement Agencies."
Journal of Criminal Justice, (1997): 25:315-323.
Selected Bibliography
Alpert, Geoffrey, Dennis Kenney, Roger Dunham, William Smith and
Michael Cosgrove. Police Pursuit and the Use of Force, Final Report,
Washington, D.C.: U.S. Department of Justice, National Institute of
Justice, 1996, NCJ 164833.
Alpert, Geoffrey and Roger Dunham. Police Pursuit Driving. New York:
Greenwood Press, 1990.
Bureau of Justice Statistics. Local Police Departments Survey. U.S.
Department of Justice, 1993.
Dade County Public Safety Department. Slow Take-off and Landing
Aircraft (STOL) Report. Dade County Public Safety Department, 1971.
Defoor, Ken."Houston Police Department's Eye in the Sky." FBI Law
Enforcement Bulletin, (1981):50:2-4.
Hoffman, Carl. "The Helicops."Air & Space, (November 1996):24-33.
Kenney, Dennis and Geoffrey Alpert. "A National Survey of Pursuits and
the Use of Police Force: Data from Law Enforcement Agencies." Journal
of Criminal Justice, (1997):25:315-323.
Kincaid, James. "Light Helicopters in a Police Role." Paper Presented at
the International Association of Police Aviation Units. Gatwick, England,
September 1995.
McGowan, Robert. "Police Helicopters," Police Chief, (February
1978a):45:57-60, 81.
McGowan, Robert. "Police Helicopters." Police Chief, (March
1978b):45:56-59.
McGowan, Robert. "Police Helicopters." Police Chief, (April
1978c):45:67-71.
McLean, Herbert, "Flight Operations," Law and Order, (July
1990):39:30-36.
Morris, Cole. "Helicopter Support." Law and Order, ( 1995):43:58, 65-66.
Morrison, Richard. "Getting Up in the Air: Starting an Aviation Unit."
Law and Order, (July 1994):42:60-63.
Pauley, Nicholas. "Pennsylvania State Police Aviation Division-Ten Years
Old." Law and Order, (September 1979):27:44-49.
Simonsen, Clifford. "Helicopter Patrol." Police Chief, (October,
1975):42:30-33.
Stone, Alfred & Stuart DeLuca. Police Administration: An Introduction.
New York: John Wiley & Sons, 1985.
Yates, Tom. "Eyes in the Sky." Law and Order, (July, 1994):42:65-69.
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Helicopter Features
The Baltimore City helicopter unit was formed in November 1970. Since
its inception, the helicopter unit has used the same model Schweizer
300-C helicopter. According to the pilots in the unit, it is easy to
maneuver, has 360-degree visibility, and a relatively small rotor. These
features allow the helicopter unit to patrol in all parts of the city. The
Schweizer 300-C, however, is limited to 600 pounds and is therefore
restricted to two passengers (pilot and observer), whose total weight
cannot exceed 380 pounds.
The Miami-Dade aviation unit was established in 1959 as the Sheriff's Air
Patrol. Currently, the aviation unit owns four Jet Long Ranger Helicopters
(B206L-4). The Rangers are considerably larger than the Schweizer
300-C, holding up to seven people and equipment. The Miami-Dade Unit
flies a helicopter larger than the Schweizer 300-C because they perform a
variety of functions, including transportation and disaster assistance.
The helicopters used in both units are equipped with support equipment
and crime-fighting tools that assist the officers with their mission as a
patrol or response vehicle. The Baltimore Schweizers have VHF
transceivers with which the pilot communicates with Air Traffic Control
(ATC). They are also equipped with a siren, public address system, police
radios, searchlight, and an infrared heat sensing system. The Miami-Dade
Jet Rangers also have VHF transceivers, a public address system, police
radios, searchlight, and an infrared heat sensing system.
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Dr. Geoffrey P. Alpert is Professor of Criminology at the College of
Criminal Justice, the University of South Carolina. Dr. Alpert has
conducted research on police pursuits and police use of force for more
than 15 years.
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This study was performed under NIJ grant 93-IJ-CX-0061, awarded to the
University of South Carolina. Points of view in this document are those of
the author and do not necessarily reflect the official position or policies of
the U.S. Department of Justice.
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The National Institute of Justice is a component of the Office of Justice
Programs, which also includes the Bureau of Justice Assistance, the
Bureau of Justice Statistics, the Office of Juvenile Justice and Delinquency
Prevention, and the Office for Victims of Crime.
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NCJ 171695

26 de jan. de 2010

Subsídios para a Aviação Policial do Brasil



Fonte: http://www.justnet.org/Pages/Topic.aspx?opentopic=224&topic=224

Tradução livre e adaptação por George Felipe de Lima Dantas:
Rede de Informação sobre Tecnologia de Justiça
Centro Nacional de Tecnologia Policial e Correcional
Um Programa do Escritório de Programas de Justiça do Instituto Nacional de Justiça

Aviação

O equipamento de aviação é caro, mas pode economizar tempo e dinheiro das instituições policiais, especialmente em atuações no meio rural. Ele pode oferecer vantagens que nenhum outro equipamento oferece e é de grande valia em situações em que o tempo é um fator crítico, tais como na busca de pessoas desaparecidas ou na observação de locais de crime de sequestro. O portfólio de tecnologia de aviação do Instituto Nacional de Justiça (órgão do governo federal dos EUA homólogo da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Brasil) contém pesquisa, avaliação e desenvolvimento de projetos criados para encontrar opções de aviação seguras e a preços módicos que custem menos de 100 mil ou 50 dólares por hora. O portfólio tem quatro objetivos:

Avaliar os aspectos operacionais de aeronaves esportivas de baixo custo.


Identificar sistemas de cameras de aviação de custo acessivel.


Desenvolver novas tecnologias de aviação.


Desenvolver e avaliar sistemas de aeronaves não-tripuladasms.

O Grupo Focal de Tecnologia de Aviação ajuda a guiar e direcionar pesquisas do Instituto Nacional de Justiça para recursos de aviação que sejam economicamente acessiveis para a atividade policial. O primeiro encontro do grupo focal foi realizado em maio de 2007 e identificou as seguintes prioridades.

Testar e avaliar várias aeronaves.


Testar e avaliar sistemas de aeronaves não-tripuladas de baixo custo.


Testar e avaliar tecnologias de apoio de aviação (cameras, sensores, etc.).


Desenvolver artefatos aerostáticos de baixo custo (balões de ar quente, dirigíveis, balões ancorados, etc.).


Desenvolver novas tecnologias (aeronaves mais eficientes e não-poluentes).

Treinar e educar membros da atividade policial na utilização da tecnologia de aviação.


Estabelecer as melhores práticas e linhas mestras para a utilização e aquisição de tecnologia de aviação.


Estabelecer procedimentos gerais de segurança (administração de cockpit, equipamento de sobrevivencia, etc.).


Desenvolver as linhas mestras para apoiar a atividade policial quanto aos aspectos administrativos de uma unidade de aviação policial (seguros, financiamentos e orçamentos).

24 de jan. de 2010

Fidel quer que ONU e EUA expliquem presença de tropas no Haiti (?)









Fidel quer que ONU e EUA expliquem presença de tropas no Haiti -- 24 de janeiro de 2010 • 12h21 • atualizado às 12h30

George Felipe de Lima Dantas comenta:

Os haitianos precisam de toda a ajuda do mundo. Precisam da ajuda de soldados inclusive -- eles estão permanentemente mobilizados e prontos a atuar rapidamente, aos milhares inclusive, em missões humanitárias, como fizeram, fazem e continuarão fazendo os bravos militares brasileiros da MINUSTAH. Os socialistas acreditam que os camponeses, operários e soldados (em ordem alfabética...) são parte das "grandes obras". Ora, se soldados da maior nação capitalista do mundo estão no Haiti é porque foram chamados pelas autoridades haitianas para uma “grande obra humanitária”. Se eles são um problema para alguém, certamente não o são para os mais de 300 mil haitianos mortos e feridos no terremoto de dez dias atrás, tampouco para os que permanecem desabrigados e famintos sendo alimentados por tais soldados. É irrelevante, em uma hora como essa, para o Haiti, se a ajuda vem do Primeiro Mundo (capitalista), do Segundo (socialista) ou do Terceiro ou Quarto Mundo. Como sempre, uma PARTE DO MUNDO não enxerga o Haiti, mas apenas "o próprio umbigo". Que sejam muito bem-vindos ao Haiti todos os que lá forem e/ou estiverem para mitigar a imensa tragédia que se abateu sobre o povo haitiano. O sangue de brasileiros já foi lá derramado por aquele povo. Para o Brasil, portanto, não é hora de politizar o sangue do povo haitiano e dos nossos heróis. Chineses e norte-americanos estão atuando juntos no Haiti, gente com origem, portanto, nas maiores potências capitalista e socialista do mundo respectivamente. Buscam juntos por sobreviventes nos escombros de Porto Príncipe. Vida longa a esses homens e mulheres, da China, dos EUA e de todos os outros países, que colocam interesses maiores -- da humanidade -- no justo lugar e com o devido respeito a uma tragédia de enormes proporções, incluindo mortos e feridos do Haiti e de várias outras nações – DO BRASIL INCLUSIVE!!!

21 de jan. de 2010

Cleiton Batista Neiva: "Talvez Seja o Maior Desafio da Minha Vida Até Agora"




ESTA POSTAGEM É PARA "CELEBRAR A AMIZADE E A VIDA QUE CADA UM DE NÓS COMPARTILHA COM OS AMIGOS QUERIDOS"
"Obrigado porque de uma maneira ou de outra vocês estão comigo"...
(Cleiton em uma mensagem de vida e amizade)

Prezado Professor Felipe:

Como há muito não falo com o senhor e com os queridos colegas da turma aproveito a oportunidade para relatar um pouquinho do que esta se passando por aqui comigo.

Finalmente, após pegar o voo do dia 2 de junho no sábado (meu aniversário), parti em direção a Brindisi na Itália onde fiz o treinamento para a missão por uma semana.

Eu me sentia na sala da justiça com os verdadeiros super-heróis quando me dei conta que ao lado das mulheres-maravilhas, homens-aranhas, super-homens estava eu....................... vulgo SCOOB LU......rsrsrsrsrsrsrsrr!!!!! curioso, ansioso, corajoso, pequeno, mas também rápido para me entrosar.

Não demorou muito para o Wilson me inspirar uma piadinha na turma até que caíram na risada e quebramos o gelo. E foi justamente com essa história de "SUPER HEROES, LETS GO TO THE ROOM OF JUSTICE!"

Super estimamos os que estão lá por não conhece-los, mas na realidade somos tão capazes quanto eles. Ficou uma ótima lição....lição essa que já tinha tido no Haiti quando aqui vim como policial, mas que gerava em mim agora como civil grande expectativa.......tudo se confirmou portanto.

Saímos para jantar com a turma e lembrei-me mais uma vez dos momentos agradáveis que passamos juntos aí com o pessoal da UNIDF.

ahhhhhhh!!! Eles já sabem quão especiais são os meus amigos de sala.

Gina e Alvim, eles já sabem também que os nossos Correios são os melhores. ehehehhheh!!!

Quanto à cidade, pequena, mas linda. Muita gente na rua principal a noite caminhando. Um verdadeiro desfile de moda. Os Italianos sempre na moda para variar, mesmo numa cidade pequena como Brindisi.

Quando tiver oportunidade mandarei algumas fotos para vocês.

Após uma semana parecia que éramos amigos de longa data. Incrível essa impressão. Amigos que fiz que estavam indo para a Libéria, Costa do Marfim, Congo, Serra Leoa e Haiti. Amigos esses de diferentes nacionalidades vindos dos EUA, Jamaica, Trinidad e Tobago, Índia, Filipinas, Indonésia, Congo, Itália, Canadá, China e Brasil. Uma mistura incrível. Todos saimos muito emocionados desse encontro. Ficou marcado para todos.

Cheguei no Haiti no dia 10 de junho e comecei outro treinamento específico para a missão. Fui designado para descascar o abacaxi mais difícil que conheci aqui depois de Cite Soleil.

Professor, quanto a Cite Soleil, o senhor não vai acreditar , mas a cidade esta irreconhecível....virou jardim de infância. Eu nunca vi tanta criança brincando na rua como vi por lá e claro o comércio de ambulantes e no Haiti umas das impressões mais claras de tranquilidade e vida mais próxima do normal.

No meu programa de treinamento estava incluído também uma manha de patrulha com a equipe tática da Segurança da ONU. Claro que estavam cada um com uma pistola glock, coletes balísticos de alta resistência cedidos pela embaixada dos EUA, e de quebra uma HK MP 5 e outras coisinhas mais.

Então fomos para CITE SOLEIL, mas os seguranças estavam super tranquilos que sequer colocaram os coletes. Agora naturalmente os bandidos se dispersaram. Alguns claro foram presos. O índice de sequestros reduziu assustadoramente (eu continuo curioso para saber das estatísticas) isso e o que as sessões oficiais dizem, mas estou já checando os critérios de verificação para saber se são fidedignos.

Como dizia, eu fui designado para uma zona quente como Regional Security Officer (chamada de GONAIVES), que tem por missão zelar pela segurança do STAFF LOCAL E INTERNACIONAL da ONU em uma região que é comparada a uma das regiões do Brasil, mas claro que bem menor dada as dimensões continentais do nosso pais.

Lá há muito conflito entre gangues, há problemas de catástrofes naturais, como a que matou mais de quatro mil pessoas em agosto de 2004. O furacão Jane. Local onde muitos membros da ONU ficaram desalojados. E também local marcado por todos os focos de movimentos revolucionários na História do Haiti, desde a revolução de 1804 ate as insurreições mais atuais.

O SCOOB LU ja fez suas orações e está indo na próxima segunda-feira para a assunção das novas funções. Estou vibrando muito, pois talvez seja o maior desafio da minha vida até agora.

Muitas saudades das aulas, dos amigos, mas aplico muitas das nossas discussões em momentos de diálogos entre parceiros da missão.

Obrigado porque de uma maneira ou de outra vocês estão comigo.

Um forte abraço e até breve,

Cleiton Neiva. SCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOB SCOOOOOOOOOOOOOOOOOOB LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!

REGIONAL SECURITY OFFICER OF ARTIBONITE/GONAIVES.

P.S. O TRABALHO DE TI FICOU ÓTIMO AMIGOS. FIQUEM COM DEUS