11 de mai de 2011

O Programa "Paz no Trânsito" de Brasília -- ENTREVISTA - Renato Azevedo, Executor do Programa Paz no Trânsito, em Brasília



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"Se São Paulo conseguir, o resto do País também consegue"
11 de maio de 2011 0h 00
Renato Machado - O Estado de S.Paulo
ENTREVISTA - Renato Azevedo, Executor do Programa Paz no Trânsito, em Brasília
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110511/not_imp717520,0.php

Ver também:
03 de maio de 2011
Blog do NOBLAT
Mortes no trânsito ainda superam homicídios dolosos em SP
O Globo

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/11/03/mortes-no-transito-ainda-superam-homicidios-dolosos-em-sp-337711.asp

postado por George George Felipe de Lima Dantas
em 11 de janeiro de 2011

Comentário

por George Felipe de Lima Dantas

É interessante como, "em números", as "mortes no trânsito" causem menos clamor público e cobertura da mídia, mesmo igualando ou superando os números/índices de homicídios dolosos (caso apontado pela mídia em maio de 2011 como aplicável a São Paulo).

Será que a "morte no trânsito" faz tanta diferença na "variável dependente-- sofrimento social" e que só agora começa a ser levantada nos foros técnicos especializados da segurança pública? - Será mesmo que o "sofrimento pela violência no trânsito" (com impacto nas próprias vítimas, familiares diretos, amigos, comunidade em geral, etc.) é tão diferente -- "para melhor", do que o "sofrimento" causado pela "morte por assassinato"?

- É bem verdade que a legislação penal (um "produto político-social" normativo) faz uma diferença significativa (cada vez mais questionada...) entre homicídios dolosos e homicídios culposos no trânsito. Os homicídios dolosos (assassinatos), parece, são uma expressão diferenciada especificamente do crime e da violência interpessoal. Já os homicídios culposos do trânsito, também ao que parece, são uma expressão genérica do crime e da violência social.

- A violência social e genérica é mais tolerável do que a violência específica e interpessoal? - Existe mesmo uma relação diferenciada entre elas na "ética pública" resultante da percepção social de matar e morrer pelo crime e violência?

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